
Solo lo conocí en películas, y al enfrentarme a él personalmente , encarnando un homosexual que me da la bienvenida al teatro, es una vivecia altamente gratificante. Ahi van las referencias. Pero es conocido internacionalmente como el novio de Santoro en el Filme Carandirú, donde ya habia actuado con él en “Bicho de Siete Cabesas” Ahí va una serie de informaciones de Gero:
Prêmios
- Ganhou o Troféu Passista de Melhor Ator Coadjuvante, no Festival de Recife, por Bicho de Sete Cabeças (2001).
- No Cine PE – Festival do Audiovisual (novo nome dado ao antigo Festival de Recife). Ganhou o prêmio de melhor ator coadjuvante por Narradores do Javé, 2003.
Curiosidades
- Ator formado pela EAD-USP (Escola de Arte Dramática da USP).
- Estreou no teatro profissional em Cândida Erêndira e Sua Avó Desalmada, de Gabriel García Márquez, ao lado de Ester Góes. Depois escreveu, dirigiu e protagonizou o monólogo A Procissão, que mantém em repertório.
- Foi contatado para trabalhar no México, dirigido por Tony Scott (”Jogo de espiões”, “Fome de viver”, “Ases indomáveis”), tendo como colegas de elenco Denzel Washington, Mickey Rourke, Christopher Walken. Um assistente do Tony Scott conseguiu encontrá-lo em Fortaleza, Sem falas o ator não escapou de tomar aulas de direção.
- Participou de três filmes junamente com Charles Paraventi, Domesticas – O Filme e Cidade de Deus de Fernando Meirelles, e Man On Fire de Tony Scott.
Filmografia – Ator
2008 – Pequenas Histórias
2008 – 5 Frações de Uma Quase História
2004 – Chamas da Vingança (Man on Fire)
2003 – Narradores do Javé
2003 – Carandiru
2002 – Cidade de Deus
2002 – Madame Satã
2001 – Abril Despedaçado
2001 – Bicho de Sete Cabeças
2001 – Domésticas
2000 – Cronicamente Inviável
| Ele beija Santoro Ator premiado, ele participou das últimas grandes produções do cinema nacional e em Carandiru vive romance com travesti interpretado por Rodrigo SantoroRodrigo Cardoso |
|||||
Gero Camilo é um cearense de 32 anos que não assiste à televisão. “Isso aqui é uma luminária”, brinca ele, apontando para o aparelho antigo. “E funciona, mal inclusive, quando procuro notícias.” Foi um amigo quem deixou o objeto na casa dele. Muito por isso, o galã Rodrigo Santoro era uma figura sem grandes referências para Gero, que veio a conhecê-lo no final dos anos 90, quando os dois filmaram Bicho de Sete Cabeças. Na pele do louquinho Ceará, ele recebeu o título de melhor ator coadjuvante nos festivais de Recife e Em Carandiru, que em três semanas de exibição já levou dois milhões de pessoas aos cinemas, Gero e Rodrigo voltaram a contracenar e fugiram do estereótipo. Amigos na vida real, os dois são marido e mulher no longa de Hector Babenco. “Nunca tinha beijado homem em cena. Beijar o Rodrigo não tem um valor, não é o que se deve discutir. Já o beijo da Lady Di (travesti interpretado por Santoro) e do Sem Chance (detento vivido por Gero) é um beijo de todas as bocas e, para alguns, é como um tapa”, diz o ator.
O casamento profissional dos dois atores pôde ser conferido também em Abril Despedaçado, para o qual Gero foi indicado por Santoro. “Um casamento lindo, aliás”, diz o ator cearense, que participou ainda de outras grandes produções nacionais, como Madame Satã e Cidade de Deus. “Gero é um poeta, além de grande amigo. É um artista de incrível talento que as pessoas não conhecem”, diz Santoro. Gero cresceu cercado de primos, num universo lúdico, onde o exercício da criatividade se dava nas relações familiares – sua avó teve 20 filhos. Era comum ser flagrado pelos tios no quintal, falando sozinho, imaginando-se um astro. “Num almoço de domingo foi a maior gozação porque me pegaram conversando com a carnaubeira.” Terceiro de cinco irmãos, aprendeu pouco na sala de aula. Interessava-se mais em discutir a estrutura da instituição do que receber dela o conhecimento. Envolvido em movimentos estudantis, o ator não fugia das greves. “Brigava por acesso à formação e queria que a escola me favorecesse. Preferia lutar por uma biblioteca a ficar na sala de aula reclamando do professor e não conseguir me comunicar com ele”, conta.
Gero já teve de se esconder debaixo de um carro para não ser preso, mas isso não é tão surpreendente quanto o fato de ele quase ter sido padre. “Queria ser padre para arranjar confusão”, diz. “Pobreza, obediência e castidade eram os votos que tinha de fazer. E o meu grande problema era: ‘Como vou ser obediente?’.” Gero era da ala vermelha da igreja, vestia camisetas de Che Guevara, chinelo, era contra o celibato e o acúmulo de riqueza pela Igreja. Com perfil e caminho traçados – e que não negavam a cidade –, Gero relutou em se mudar para São Paulo, até se interessar pela Escola de Artes Dramáticas, da Universidade de São Paulo, aos 23. “A minha vinda nada tem a ver com a história do migrante que vai para o Sul para vencer na vida. Vim atrás de formação.” Ser aceito, reconhecido como um migrante às avessas não foi fácil. “Estão começando a se acostumar com a minha entrada em alguns lugares. Já não sinto muito aquele olhar de estranhamento.” Gero sabe que a discriminação dificulta a aceitação, o reconhecimento de um trabalho, mas não a alimenta. “Não vejo problema em representar um nordestino. Mas me interessa chegar ao arquétipo e não ao estereótipo.” Fisicamente falando, Gero entende os traços de sua estética, nunca brigou com ela. “Eu me acho lindo”, diz, aos risos, solteiro e morando só, de aluguel. “Nunca achei que precisasse ser um Reynaldo Gianecchini para determinar |









do you know any information about this subject in other languages?