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– Dos Directores y una obra: Ze Celso y Antunes Filho.

José Celso Martinez Corrêa. Partidário do excesso, o diretor do Oficina transforma suas peças em celebração. Antunes Filho. Econômico, o diretor do Centro de Pesquisa Teatral investe no texto, na atuação e na pesquisaLa revista Bravo edito en su número pasado un interesante artículo, sobre estos dos legendarios directores de teatro. Los dos montaron la misma obra: “Senhora dos Afogados” de Nelson Rodrigues. Las dos puestas en escena merecen ser asistidas y allá voy a verlas !!!. José Celso Martinez Corrêa. partidario del exceso, el director del “Teatro Oficina” transforma sus obras en celebración. Antunes Filho. Econômico, el director del “Centro de Pesquisa Teatral” invierte en el texto,en la atuación y en la investigación.Diferentes en su modo de trabajo, los dos son puntos de referencias no solo del teatro, también en la TV Brasilera. Si se encuentra que la actuacion actoral en las telenovelas es de calidad… es por que parte del plantel pasó por las manos de estas dos personajes legendarios de São Paulo…..

Referencias en la Prensa sobre las dos puestas en escena:

Os inventores do teatro brasileiro: Pela primeira vez, Antunes Filho e José Celso Martinez

Corrêa encenam no mesmo ano uma mesma peça, Senhora dos Afogados, de Nelson Rodrigues. Com estilos diferentes, eles renovaram as artes cênicas do país e moldaram novas gerações de artistas (* por Gabriela Mellão)

Tragédia e celebração

A montagem de Antunes de Senhora dos Afogados é exemplar do seu método: focada no ator, destituída de efeitos especiais ou cenários mirabolantes, fortemente centrada no texto. Em relação a este último, o diretor se torna co-autor, como já havia feito, por exemplo, em 1981, quando encenou Nelson Rodrigues O Eterno Retorno, peça que reunia quatro obras de Nelson (Os Sete Gatinhos, Beijo no Asfalto, Toda Nudez Será Castigada e Álbum de Família) e foi condensada um ano depois no espetáculo Nelson 2 Rodrigues. “Apenas limpo algumas passagens para ressaltar a essência do texto”, diz Antunes. Para ele, trata-se de um “trabalho arqueológico”, de cavar nas entrelinhas até descobrir o impulso vital dos personagens. “Claro que em Senhora dos Afogados há aspectos do cotidiano, do prosaico. Mas isso é aparência, por baixo há outras camadas. Por baixo fervem os mitos”, afi rma. Na montagem, Antunes apresenta a família contemporânea, apropriando- se da visão de Nelson para levar ao palco a solidão da vida atual, retratando uma sociedade sem saída, em que a única escapatória para o desejo é a penitência.

A exigência de Antunes com os atores é lendária (leia depoimento na página 79). Uma característica que talvez explique o fato de ele ser um dos grandes responsáveis pela elevação do padrão de atuação no teatro brasileiro, decorrência do trabalho desenvolvido no Centro de Pesquisa Teatral (CPT), em São Paulo. Criado por ele em 1982, o CPT contou com nomes como Luís Melo, Giulia Gam, Cacá Carvalho e Juliana Galdino, entre outros. Para montar Senhora dos Afogados, não foi diferente: foram seis meses de preparação de corpo e voz para se chegar a atuações tão minimalistas quanto o cenário. O destaque é Lee Thalor, ator também formado no CPT, protagonista de A Pedra do Reino que volta nesta peça, com ar gélido e envelhecido, na pele de Misael, o chefe da trágica família Drummond.

Se a Senhora dos Afogados de Antunes é sombria, a de Zé Celso, ainda em fase de concepção, tem tudo para ser um musical festivo. “O espetáculo será certamente orgiástico, provavelmente um musical, já que tem coro e o negócio do Zé é ópera”, diz o ator e diretor Marcelo Drummond, que pertence à linhagem identifi cada com Zé Celso, oriunda do paulista Teatro Ofi cina Uzyna Uzona. Ele atuou em Boca de Ouro, em 1999, primeira incursão do Ofi cina na obra de Nelson Rodrigues, e agora, nesta segunda empreitada do grupo, viverá o senhor Misael Drummond. “O Marcelo traz já no nome a paixão pelo personagem”, brinca Zé Celso. Juntam-se ao elenco as atrizes Maria Padilha e Mariana Ximenes, além de outros integrantes do Ofi cina. “Não faremos teatro psicológico, mas, como sempre, barroco. Teatro é celebração e deve ser encenado como festa, mesmo em se tratando de uma tragédia”, diz Marcelo.

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