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Que são os jovens Nem-Nem? (jovens que nem estudam, nem trabalham)

Alguns estudos sugerem que na região o 18% dos jovens entre 15 a 18 anos são Nem-Nem (nem estudam, nem trabalham); outros dados indicam que o 14% estão desempregados. Esta categoria pode ser confusa já que a diferença entre ócio e desemprego, é só “de que declara que esta procurando emprego”.

Trata-se, não simplesmente de jovens que não querem estudar ou trabalhar. Muitos casos são, jovens que estão desempregados, porem que estão procurando ativamente emprego.
Motivado pelo auge recente de estudos e realtorios sobre a juventude Nem-Nem, temos que aprofundar ainda mais, sobre a definição sobre o grupo, os possíveis problemas de medição, e para aqueles que aplica-se as causas do problema.

Quem realmente são os Nem-Nem? Com exceção do Perú, aproximadamente 70% a 80% dos Nem-Nem, se concentram nos três níveis de ingressos mais baixos. O interessante é, que esta concentração é notória nos países com maiores ingressos “per capita” da região como Brasil, Uruguai, Argentina e Panamá.

Ao contraio dos países mais pobres como Honduras e República Dominicana, a proporção dos Nem-Nem, está distribuída em todos os níveis de ingressos.
A maioria dos Nem-Nem são mulheres. A diferenciação de gênero mais dramática, se apresenta em Honduras, Guatemala, Nicarágua e El Salvador, onde as mulheres de 15 a 19 anos, triplicam os homens.(ref: http://goo.gl/v670z )

Quais são os possíveis problemas de medição? A amostra de domicílios tem em conta ,por exemplo, só a semana de referencia ou o mês de referencia (quando se implementa a amostra). Entre os Nem-Nem, pode ter muitos jovens que não estão estudando, porem realizam cursos e jovens discapacitados em procura de emprego, que não a efetuarão na “semana de referencia”, muitas mulheres: lideres de família ou adolescentes grávidas.

Vejamos como exemplo o caso do Brasil: Do total dos jovens de 15 a 24 anos, o 46,39% estudam e o 53,61% não estudam. Dos que não estudam: o 18,98% nem estudam nem trabalham.

Algumas pesquisas, caracterizam este grupo simplesmente como os Nem-Nem. Ao levar em conta a definição de desemprego, temos que, o 72,4% deste grupo, não efetuou nenhuma ação para achar emprego. Isto, deixa um grupo de 13,7% de jovens (que não estudam, nem trabalham e que não procuram emprego).

O interessante é, que o número de Nem-Nem é muito mais alto quando os jovens tem entre 11 e 12 anos de educação, o seja, o equivalente a ter completado -o em processo de completar- o ensino médio. Neste caso, a maioria não são as minorias étnicas, são pardos (mestiços) e brancos”.

A fronteira entre “estar desempregado, e ser Nem-Nem, e muito estreita, principalmente em países onde não existe sistemas de registro de desemprego. O número de jovens que reporta ter procurado emprego, aumenta, quando se toma como referencia : um mês ou dois meses.
As implicações nas políticas públicas, para o abordagem da temática dos Nem-Nem, deve tomar em conta a heterogeneidade deste grupo. O alto número de mulheres, poderia indicar práticas culturais (patriarcalismo?) gravidez na adolescência, mulheres jovens encarregadas dos afazeres domésticos e no cuidado de membros da família.

Neste grupo, encontra-se jovens que não podem trabalhar por deficiência física ou emocional: uma temática que se tem abordado amplamente em países industrializados (que possuem cotas em empresas para discapacitados) porem, um tema novo na America Latina.

No grupo dos Nem-Nem, encontram-se pessoas que tem desistido de procurar emprego por desmotivação, por falta de oportunidades,ou após de um longo período de desemprego. Isto acontece com pessoa que, ao ter acabado o ensino médio, procuram emprego no setor formal, e não acham colocação no mercado.

O fato é, que a porcentagem dos Nem-Nem, aumenta com 11 e 12 anos de escolaridade (ensino pré-vestibular) e cai em picada com 13 anos (universidade) se faz consistente com altos níveis de desemprego entre os jovens com ensino médio.

fonte:

http://www.revistahumanum.org/blog/

Susana Martínez-Restrepo

Tradução: Juan Plassaras

Archivado en: america latina, comportamiento, problemas brasileros, San Pablo, , , , , ,

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