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Brasil en linea y San Pablo a toda hora: crónicas, personajes e historias de una ciudad que nunca para.

– “Era uma vez”: una historia, un amor, el morro y la elite

Ayer estrenó y ayer la fui a ver. Abrazado de una negona dulce, subi y baje las escalinatas del morro Canta Galo y comi un “cahorro quente” en la verreda de Ipanema . Soy  fan de Thiago:: un niñito que hoy es hombre con unas espaldas de este tamaño. Las adolecentes de la platea suspiran por este actor favelado, que comenzó su carrera en “Ciudad de Dios” chiquito, bandido, serio, inteligente. Thiago da unas clasese de teatro impactante con respecto de sim mismo y de la generación de actores que nació en las escuelas de teatro en los morro de Rio.

Otro gigante es Rocco Pitanga, el tal Carlão…. una tal negão de sonrisa maravilhosa, que come el pan que el diablo amaso y se transforma en jerarca del tráfico. De familia de actores: Roco es brillante, tiene una veta tragica y terriblemente feliz con su sonrrisa enorma: hace carne la teoria de Aurelio Buaque de Hollanda sobre el hombre cordial brasilero: “el maravillosamente simpático: amigo de los amigos pero puede llegar a hacer cosas terribles”

Sabe una cosa… hay muchas historias de este tipo en Rio. Muchas mas de las que se imagina, y no todas son romáticas como “Era una vez”. Desde que fuí a Rio por primera vez, la tragedia de los cariocas favelados pobre y jodidos por el sistema, nunca acaba.

“Era una vez”: trata de el enamoramiento de un favelado (rubio y blanco) con una chica de la alta sociedad que vive frente a la barraca de hot dog de Thiago. todo trasncurre en plena rambla de Ipanema y con una musica maravillosa. (Marisa Monte, Funk gang, mandolos rebolos,  etc). La historia es de piel de gallina. Todas las historias son de piel de gallina. Pero es una historia infrequente… las chicas acomodadas gustan de bandidos. y este filme respeta y va en la linea de romeo y Julieta… hasta el final.

Es el segundo trabajo del director Breno Silveira, que revento billetería co una historia mas de adentro: los hijos de francisaco (la genesis de una dupla de canto sertanejo). esta ves va al dama urbano, lago mas que una telenovel. Alg muy especial de Brasil : la tragedia de los pobres y de los marginados que conviven con las elite corrupta.

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– “Bicho de Siete Cabesas”: una película para reflexionar.

“Bicho de Sete Cabesas” es un filme brasilero, lanzado en 2001, dirigidao por Laís Bodanzky y con guión de Luiz Bolognesi basado en el libro auto-biográfico “Cantos dos Malditos” de Austregésilo Carrano Bueno. Los padres de un joven descubrem un cigarro de mariguana en su saco y son aconsejados a internar el hijo en una instituión psiquiátrica. En su momento la película causó un gran revuelo a favor del consumo legal de esta hierba. Pero trabajos y reflexiones posteriores quitan “esa mística” del consumo de drogas como una risueña lucha juvenil

Video de Arnaldo Antunes en escenarios y actores del filme.


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– “Cantos de los Malditos” o “Bicho de Siete Cabezas”.

Falleció Austregésilo Carrano Bueno, gran activista de la lucha antimanicomial. Autor de “Canto dos Malditos”, libro autobiográfico, un documento sobre los abusos cometidos em hospitais psiquiátricos brasileiros que sirvió de base para el film “Bicho de Sete Cabeças”, de la cineasta Laís Bodanzsky. Será hecho un homenaje este sábado (31/05), às 16hs, en la “Praça Benedito Calixto – en Pinheiros”.

Que es Canto de los Malditos?

Dois anos e meio depois de ter sido recolhido de todas as livrarias do país por ordem judicial, Canto dos Malditos finalmente volta às prateleiras. O livro de Austregésilo Carrano Bueno é um precioso documento sobre os abusos cometidos em hospitais psiquiátricos brasileiros e serviu de base para o premiadíssimo Bicho de Sete Cabeças, da cineasta Laís Bodanzsky. A nova edição conta ainda com um posfácio inédito, que dá ainda mais profundidade e atualidade à obra. Canto dos Malditos é um texto autobiográfico em que o paranaense Austregésilo Carrano Bueno narra sua via-crúcis pelos hospícios de Curitiba e do Rio de Janeiro. Aos 17 anos, em 1974, ele era um jovem rebelde, habituado a fumar maconha e a se drogar com medicamentos de uso restrito, embora não pudesse ser considerado um viciado. Certo dia, o pai de Austry, como ele era chamado, encontrou uma trouxinha da erva alucinógena em sua jaqueta. Sem nem ao menos conversar a respeito do assunto com o filho, ele o internou à força num hospital psiquiátrico de sua cidade, Curitiba, para desintoxicação. Foi quando começou o horror do autor. Ao longo de um ano de internação, Austry foi submetido a dezenas de sessões de eletrochoque, além de ser obrigado a ingerir cerca de 15 comprimidos diários. Ele, que então se preparava para o vestibular, passou a viver cercado de enfermeiros sádicos, psicopatas ameaçadores e loucos que defecavam e urinavam por toda parte. No fim do tratamento, o jovem rebelde e cheio de vida havia se transformado num ser abobalhado, sem vontade própria, incapaz de se concentrar em qualquer atividade ou mesmo de abotoar uma camisa, com o organismo repleto de substâncias químicas cujos nomes ele jamais saberá. E tudo isso foi feito sem que médico algum o examinasse ou lhe dirigisse a palavra, nem mesmo no ato da internação. Quando saiu da clínica, Austry já não tinha condições de conviver com as pessoas ditas normais. Desajustado pelos eletrochoques, pela sedação pesada e torturas variadas, ele acabou sofrendo também nas mãos da polícia, que lhe proporcionou doses extras de humilhação e espancamento. O próprio Austry pediu para voltar ao sanatório, ele agora preferia conviver com os loucos, pois haviam-no transformado num deles. Até os 20 anos, ele foi internado em várias instituições psiquiátricas, sempre tendo todos os seus direitos desrespeitados. Austry passou dias e dias amarrado à cama ou trancafiado em cubículos escuros e imundos, semelhantes às solitárias das penitenciárias. Ele recebia injeções diárias, aplicadas sem o menor cuidado, o que lhe rendeu feridas, inchaços e infecções. Por vezes, quando implorava por um sedativo que lhe amenizasse as dores insuportáveis, tudo o que ele obtinha era uma nova surra, aplicada por profissionais de saúde irresponsáveis e criminosos. Em julho de 2001, superados todos esses horrores, mas com traumas e seqüelas irremediáveis, Austregésilo Carrano Bueno publicou Canto dos malditos, em que relata todos os horrores por que passou. Antes disso, em 2000, seus manuscritos já haviam dado origem ao filme Bicho de sete cabeças, que conquistou 57 prêmios, oito deles fora do Brasil. Entretanto, em abril de 2002, o livro foi cassado e proibido de ser comercializado e divulgado devido a uma ação judicial movida pela família de um dos médicos citados no texto. Sob a alegação de calúnia e injúria, a biografia saiu de circulação. Agora, adotado em 12 universidades, colaborando para a formação de profissionais de medicina, psicologia, sociologia e direito, Canto dos malditos finalmente pôde voltar às livrarias e bibliotecas, acrescido de um posfácio em que o autor conta detalhes do processo de cassação, explica como o filme de Laís Bodanzsky colaborou para a aprovação da Lei Federal de Reforma Psiquiátrica, defende a tese de que a omissão da sociedade e o regime militar foram os maiores responsáveis pelo que lhe aconteceu e apresenta o Movimento da Luta Antimanicomial, do qual faz parte. A nova edição também omite, por precaução, os nomes verdadeiros das pessoas citadas, embora a obra tenha sido liberada pela Justiça em sua versão original e completa.

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– Quien es Gero Camilo?.

Solo lo conocí en películas, y al enfrentarme a él personalmente , encarnando un homosexual  que me da la bienvenida al teatro, es una vivecia altamente gratificante. Ahi van las referencias. Pero es conocido internacionalmente como el novio de Santoro en el Filme Carandirú, donde ya habia actuado con él en “Bicho de Siete Cabesas” Ahí va una serie de informaciones de Gero:

  • Nome Completo: Gero Camilo
  • Natural de: Fortaleza, Ceará, Brasil
  • Nascimento: 18 de Dezembro de 1970
  •  Prêmios

    – Ganhou o Candango de Melhor Ator Coadjuvante, no Festival de Brasília, por Bicho de Sete Cabeças(2001)

    – Ganhou o Troféu Passista de Melhor Ator Coadjuvante, no Festival de Recife, por Bicho de Sete Cabeças (2001).

    – No Cine PE – Festival do Audiovisual (novo nome dado ao antigo Festival de Recife). Ganhou o prêmio de melhor ator coadjuvante por Narradores do Javé, 2003.

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